Por: Marcelo
Pelas projeções do Ministério da Educação, a partir da reestruturação do ensino básico, iniciada em 2009, o Brasil deverá alcançar, no quesito educação formal, os mesmos níveis verificados entre os países mais desenvolvidos em 2022. Hoje estamos atrás de, só para ficarmos nas Américas, países como Trinidad Tobaco, Uruguai, Colômbia, México e Chile ( e ainda queremos liderar o Continente!!!)
Todos sabem que a educação é a base de qualquer país desenvolvido, com qualidade de vida e maior justiça social pois, a partir dela, é que se assenta a democracia, que se fortalece a partir das consciências cidadãs de seu povo, e que, por isso, se desenvolve economicamente e diminui suas desigualdades sociais.
E enquanto não chegamos lá vamos distribuído dinheiro: Bolsa Família, Bolsa Cultura, Minha Casa Minha Vida, Prouni e outros – presas fáceis dos malfeitores e afins.
Mas até aí tudo bem, é um começo. No entanto, será que chegaremos lá sem conhecermos e falarmos bem nosso idioma, que é um dos símbolos de nossa soberania como nação?
“ Os livro”; “Nos foi pescar” , e por aí vai, nos levará à meta, tão longínqua, de 2022?
Parece que esta pergunta o MEC não se fez pois acaba de distribuir< à todas escolas do ensino básico do Brasil, livros didáticos que ensinam que falar errado está certo: afinal não se pode discriminar quem fala errado – é o famigerado politicamente correto.
E você, o que pensa a respeito?
Você se preocupa com a sua língua pátria?
Pois é, penso que ela vai muito mal, obrigado, ou melhor, meus pêsames!

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